O que faz uma empresa ser considerada "do bem"?
A resposta não é simples, nem mesmo curta para ser tratada em um post, mas certamente sabemos o que faz com que uma empresa não entre em um rol seleto de entidades sob esse rótulo. Quando ela, por exemplo, no transcorrer de suas atividades, não se preocupa com impactos negativos que causa no meio ambiente e na sociedade.
Recebi hoje um comunicado da Alcoa, empresa norte-americana há 44 anos no Brasil e que é a maior produtora mundial de alumínio, informando que ela foi inserida em uma relação de 50 “Empresas do Bem”, publicada pela Isto É Dinheiro nesta semana. Poderia falar de outros presentes na lista, mas como só recebi o informe da Alcoa na minha caixa de e-mail, vou me ater a ela.
A revista cita o controle ambiental praticado na mina de Juriti, no Pará, como um case de sucesso. A Alcoa também foi premiada por cinco vezes seguidas como um das empresas mais sustentáveis do mundo no Fórum Econômico Mundial.
Contudo, em janeiro, durante o Fórum Social Mundial, que é o contraponto ao encontro de Davos, centenas de moradores de comunidades da região do Juruti ocuparam a rodovia estadual PA-192 que liga a cidade ao canteiro de obras montado pela multinacional Alcoa para o megaprojeto de extração de bauxita, matéria-prima do alumínio.
A ação direta buscou chamar atenção para os impactos socioambientais e para a dificuldade de acerto de compensações com a empresa. Segundo a Associação Comunitária da Região do Juruti Velho (Acorjuve), 27 comunidades tradicionais já reconhecidas oficialmente vivem na área. Representantes dessas comunidades citam reflexos problemáticos como: alterações no Lago Grande de Juruti Velho que dificultam a pesca e a navegação; a diminuição das coletas de frutos (castanhas, andirobas, bacabas, etc.) por causa do corte de árvores nativas (que estão sendo enterradas); e risco de acidentes na ferrovia que corta projetos de assentamento, entre outros. Para saber mais sobre esse imbrólio, inclusive com a resposta da Alcoa, clique aqui.
Outra lembrança que tenho é que a empresa convidada a participar do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que envolve mais de 160 empresas e associações no combate a esse crime, não manifestou interesse na adesão. Vale lembrar que nenhum importante ator econômico nacional está imune de problemas em suas cadeias produtivas.
Será que a população de Juriti concorda que a Alcoa seja uma Empresa do Bem? Os que conseguiram emprego entre os milhares abertos para as obras podem dizer que sim (apesar de sempre ser tratado como tal, emprego aberto não é favor, uma vez que ele gera lucro para outra pessoa). Aqueles outros milhares afetados pelos impactos dirão que não. Mas certamente um negócio para ser considerado sustentável tem que ir além da busca por resultados positivos na equação “beneficiados menos prejudicados”.
A empresa disse à Isto É Dinheiro que “todas as nossas ações estão voltadas ao desenvolvimento sustentável regional e refletem os valores do sistema de gestão da Alcoa”. Se o padrão for aquele que gerou os protestos de Juriti, esperemos que não.


Putz… tinha que ressaltar que a empresa era norte-americana. Os esquerdóides ficariam mudos sem os EUA e sem os pobres…
Será que a crítica seria tão severa se a empresa fosse cubana, russa, chinesa ou venezuelana? Ah, essa é uma hipótese impossível, desculpem-me pela bobagem.
Mas que teve um pinguinho de mágoa por parte do Sakamoto teve, porque a empresa não participa do projeto que ele (Sakamoto) é pago pra gerenciar, aquele do “anti-trabalho escravo”. Sou pobre, me dá um pouquinho, vai?
Ou libera o jardim da sacada do seu apartamento de alto padrão pra eu plantar uma couve, um alface…. Não é isso que você prega? Aguardo seu endereço por e-mail, de acordo com seus ideais, você não vai pensar duas vezes em me ceder terra e um lugar no sofá de sua casa…. Ah, tenho crianças, percebi que isso te comove, então se ajudar….. Aguardo contato, amigo Sakamoto.
P.S.: Ainda aguardo saber se existe ONG, projeto de governo ou outra mamata pública que proteja os caucasianos de clásse média-baixa…. Ah! E minha cota nas Universidades Federais, hein? Bem, se eu for morar e plantar no apê do Sakamoto… Não vou precisar de universidade…. Bem… deixa pra lá. Pronto. Falei.
P.S.2: (lulistas, não é Play-station 2, é post script 2…)
Tirando os pobres dos canhotos, pra mim a esquerda não presta pra nada. Pronto. falei.
P.S.3: (lulistas: apesar de ser caro, não é Play-station 3!)
Mas deixando a pornopolítica de lado, aprecio a atitude do Sakamoto em manter a liberdade de expressão nos comentários, sem filtragens e vetos. Importante para a manutenção da liberdade em um país democrático. Continue com esse pensamento.
Brimo Siboba
Ezgurzon bara Faxa da gaza. Um bexinxa.Brezo da ogazion.Bazer rezerrvaz no bojinha da Itzak.Rua 25 da marzo,zen numero.
Siboba brimo de itzak
Seu bagabundo nois aki se fartando bara o prazil e vuce seu buto a mainha que cumer o seu rocambole.
interessante os comentário do Siboba, parece que conseguiu um espaço em alguma mídia, bom poder se expressar de forma descompromissada, né Siboba. Agora diga caro colega, o q vc sugere? Sol e peneira para os casos em destaque no blog, bonita sua revoltinha contra esquerda, mas não me pareceu valores de esquerda a serem defendidos no blog, e sim questões que poderíamos chamar de humanitárias e ecológicas, ou se contrapor à exploração do trabalho escravo e deterioração do meio ambiente, se tornou agora tema só de esquerdistas?
Responsabilidade social de empresas, para mim não passa de um conluio institucionalizado de Remorso Social. Depois de tantos e tantos anos só se empanturrando de anéis, agora as mãos já nem cabem mais e o ouro está se escasseando, então, vão se dando alguns anéis. Nem correm mais o risco de perderem alguns dedos. Correm é risco de não ter mais matéria prima para fabricar anéis. Paz e bem.
Amigo Márcio,
Liberdade de expressão é algo que eu gosto muito! Se vc estivesse agora, na minha frente, repetiria tudo o que escrevi no blog, mas não sei se você aguentaria ouvir tudo o que tenho pra dizer sobre a esquerda bebedora de Coca-Cola e comedora de Mc Donald’s do Brasil .
Acho que os temas discutidos aqui são válidos! Não me leve a mal! Só a abordagem que me enoja um pouco. Sabe quando você morde o nervinho do frango quando está comendo uma coxinha? É assim que eu me sinto ao ler os famosos jargões da filosofia “pobres coitados subjugados pelo estado burguês”, entende? Amigo Márcio, a solução é abordar o assunto de maneira imparcial, lógica, ética. É só isso o que Siboba deseja.
Digo e repito! Tire os EUA e os pobres dos esquerdistas, e o que os resta? Aprender a linguagem dos sinais!!!! Pronto. Falei.
Brima Iztak:
Quanto tembo! Brima ta cum saudades de Iztak! Mas papa de Siboba non bermite mas vizita na binte e cinco! Lembra quando brima Iztak foi preza com Lao Kim Chong? Siboba nao vê mais brima! Ibi shamuta!
Assamalu Aleykum, Shalom, brima!
Siboba
Acho que esse Siboba assina Reinaldo Azevedo em outro blog…
A Responsabilidade Social se refere à obrigação, tanto por parte das corporações quanto dos indivíduos, de prestarem contas à sociedade acerca das suas atividades. Ela compreende quatro níveis:
RS econômica – ser viável neste aspecto ( pagar suas contas e dar lucro quando for o caso);
RS legal – atender o nível anterior (econômico) dentro dos parâmetros legais;
RS ética – além dos níveis anteriores, praticar o bem simplesmente porque isso representa o bem (que é diferente de bom e útil);
RS discricionária – absolutamente voluntária, compreende atividades da corporação ou dos indivíduos que vão incrementar a qualidade de vida das pessoas e a melhoria da sociedade de forma geral. Não há expectativa de ningiém, ninguém está cobrando e mesmo assim a corporação ou a pessoa o faz, por acreditar que é importante contribuir para a evolução do meio em que está inserida.
Então a corporação que pratica a RS em todos esses níveis pode ser considerada “do bem” .
Quanto ao tal “siboba” , aí em cima, me parece que ele é “só bôbo”
Gaúcho:
Você é cartomante! Cara, estou precisando desfazer um trabalho que fizeram contra mim, você cobra quanto? Ah! E não conheço esse tal de Reinaldo….. Pronto. Falei.
Arôôôôôldo:
Bobo, eu? Magina.
A propósito: Vocês conhecem alguma ONG que proteja os caucasianos de classe média baixa? Estou lascado, lascado…..
Pelo amor de deus, como tem reacionario burro.
Liberdade de expressão é coisa séria e faz muito bem a humanidade. Dom Hélder Câmara, com seus pensamentos e ideais, tentou lançar novos modelos de humanização da Igreja e foi criticado pelos próprios correligionários, quando perguntaram a ele se isso estava correto, ele simplesmente respondeu: É liberdade de expressão.
Devemos ter responsabilidades na exposição de nossos pensamentos, dos nossos ideais.
Não devemos criticar os pensamentosde outrem, com piadas, e palavras de baixo calão. Sejamos educados, critiquemos sim, mas com contra argumentação coerente.
Nós crescemos quando aprendemos a ouvir as críticas.
Muita paz para todos.
Bom dia Sakamoto!
Assisti a uma de suas palestras quando era aluno do curso de Jornalismo da UNESP Bauru, na qual focou principalmente o combate ao trabalho escravo, mas uma frase emblemática me deixou embasbacado naquele dia.
Você disse que as pessoas precisavam ser assaltadas para sentirem como funcionava a realidade do mundo, e coincidência ou não eu tinha sido vítima de um assalto na noite anterior. Será mesmo que eu desconhecia a realidade do mundo antes desse crime?
E não seria também um crime continuar aceitando classificações de empresas “boazinhas”, mesmo discordando das posições desses rankings? Por que não chutar o balde logo e abominar essa idéia que só beneficia as empresas!?
Concordo que sua posição é menos caótica e dialoga com a possibilidade da existência de uma empresa sustentável, mas será que isso não é insuficiente para acabar com as mazelas de comunidades como essas no Pará!?
Munique:
Burro, eu? Magina.
Itzak bedir o lizenssa bara bazer uma gomerzial; Brimo Siboba eu ter um bojinha no 25 de marza,e embrezta dinero a juroz,non?Gobra brezinho gamarada,baz dezgonto bara batrizias,baz guaguer negozia.Ten tanben robaz,zintos,gamizas,veztuaria mazgulina e feminina. Zembre uma negozia da ogazion.
Brimo Siboba…Aleikum salaam
Brimo Siboba nom esquenta o cabeza, brimo. Esses comentaristas ser burra do nassenssa…hehehe
Sakamoto, por favor, selecione os comentários. Liberdade de expressão, sim, mas despejo de imbecilidades como esse Siboba e seus cupinchas não acrescenta coisa nenhuma ao debate. O cara ou é um idiota completo ou está simplesmente ocupando todo o espaço para impedir um debate decente.
Caraca! O Paulo ficou tão preocupado em me censurar e criticar, que esqueçeu de fazer o comentário dele!!!!
Paulo: Você não trabalha para a censura midiática do governo, trabalha?
E agora para Brima Iztak:
Saudades do lojinha brima!
Pronto. Falei.
Acesse http://www.alerta.inf.br
Muito bom seu blog, super informativo.
E adoro suas críticas.
abraço!