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	<title>Comentários sobre: A internet e a farra dos comentários intolerantes</title>
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		<title>Por: Marcelo</title>
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		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 23:30:58 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do texto. Só um detalhe, até onde sei o correto é &#039;entupir&#039; e não &#039;entopir&#039;. Mas não prejudicou o geral.
Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto. Só um detalhe, até onde sei o correto é &#8216;entupir&#8217; e não &#8216;entopir&#8217;. Mas não prejudicou o geral.<br />
Abraço</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/03/18/a-internet-e-a-farra-dos-comentarios-intolerantes/comment-page-1/#comment-46245</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 23:02:06 +0000</pubDate>
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		<description>Bizarrice. Sensacional! kkkkk

Tô rindo pra não chorar. O nível de intolerânica (e não IGNORÂNCIA) é alto demais.

É gente que mora do lado da tua casa que pensa assim!

Dá medo, muito medo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bizarrice. Sensacional! kkkkk</p>
<p>Tô rindo pra não chorar. O nível de intolerânica (e não IGNORÂNCIA) é alto demais.</p>
<p>É gente que mora do lado da tua casa que pensa assim!</p>
<p>Dá medo, muito medo!</p>
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		<title>Por: DOM LÁZARO</title>
		<link>http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/03/18/a-internet-e-a-farra-dos-comentarios-intolerantes/comment-page-1/#comment-45973</link>
		<dc:creator>DOM LÁZARO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 01:03:59 +0000</pubDate>
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		<description>Salve, Sakamoto! Dúvidas quaisquer não tenho sobre que você se encontra já muito preparado para administrar as reações fundamentalistas, extremistas e em suma, intolerantes e intransigentes que, não poucos, fazem atravessar no debate, como uma espinha de peixe na garganta. Pessoalmente, não me apresento como alguém que pretende aplaudir ou ser aplaudido. Sou guardião devotado da liberdade, e a primeira pessoa é uso estritamente necessário para não comprometer outrem com minhas sinceras opiniões. Confesso que não me inclino a fazer juízo final de almas perdidas, pela razão especial de que não pretendo formar contradição em face de meu direito de manifestar pontos de vista que podem perturbar o espírito da normalidade. No entanto, acredito que a esperança se protege, mesmo nas próprias palavras dos infelizes e desesperados.  Apesar de não possuir título na área, procuro sempre levantar questões que demonstrem diferença entre educação e ensino.  A educação deveria se desenvolver sob um norte algo maiêutico, pela lapidação das próprias experiências individuais gerais, no máximo que elas tivessem de comum.  Por exemplo, reconhecer a diferença entre &quot;labor infantil&quot; e &quot;exploração do trabalho infantil&quot;. Nesse diapasão que tinimos, e sei que &quot;não descobri o Brasil&quot;, a formação educacional se complementaria sempre entre ensino, em sede mais teórica, e campo, onde as crianças estariam sempre sendo preparadas para viver e para sobreviver, desde muito cedo, sem a necessária cultura da violência e ou da sujeição, senão em uma imersão ativa e preservativa na Natureza.  Aliás, a escola de tempo integral, pelo menos durante os dez anos que deveria durar o ensino dos fundamentos, deveria ser o palco por excelência desse projeto, e é condição que se mostra indiscutível, até pela lógica do direito igualitário ao trabalho, entre homens e mulheres.  Ora, se o pai e a mãe deveriam estar ocupados, trabalhando e ou resolvendo outras questões, durante a manhã e a tarde, as crianças deveriam estar na escola, aprendendo teorias, mas, também descobrindo como lidar com a terra e com os materiais, cultivando o respeito próprio e alheio, sem macular o propósito de gozo pleno de sua infantilidade, ou seja, também brincando.  Ao meu ver, esse seria o primeiro e mais importante &quot;front&quot; contra a desumanidade que produz esses fenomenais e tristes resultados, refletidos nos comentários ora debatidos. A esperança, contudo, também se reflete em seus próprios artigos. Então, podemos ter calma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, Sakamoto! Dúvidas quaisquer não tenho sobre que você se encontra já muito preparado para administrar as reações fundamentalistas, extremistas e em suma, intolerantes e intransigentes que, não poucos, fazem atravessar no debate, como uma espinha de peixe na garganta. Pessoalmente, não me apresento como alguém que pretende aplaudir ou ser aplaudido. Sou guardião devotado da liberdade, e a primeira pessoa é uso estritamente necessário para não comprometer outrem com minhas sinceras opiniões. Confesso que não me inclino a fazer juízo final de almas perdidas, pela razão especial de que não pretendo formar contradição em face de meu direito de manifestar pontos de vista que podem perturbar o espírito da normalidade. No entanto, acredito que a esperança se protege, mesmo nas próprias palavras dos infelizes e desesperados.  Apesar de não possuir título na área, procuro sempre levantar questões que demonstrem diferença entre educação e ensino.  A educação deveria se desenvolver sob um norte algo maiêutico, pela lapidação das próprias experiências individuais gerais, no máximo que elas tivessem de comum.  Por exemplo, reconhecer a diferença entre &#8220;labor infantil&#8221; e &#8220;exploração do trabalho infantil&#8221;. Nesse diapasão que tinimos, e sei que &#8220;não descobri o Brasil&#8221;, a formação educacional se complementaria sempre entre ensino, em sede mais teórica, e campo, onde as crianças estariam sempre sendo preparadas para viver e para sobreviver, desde muito cedo, sem a necessária cultura da violência e ou da sujeição, senão em uma imersão ativa e preservativa na Natureza.  Aliás, a escola de tempo integral, pelo menos durante os dez anos que deveria durar o ensino dos fundamentos, deveria ser o palco por excelência desse projeto, e é condição que se mostra indiscutível, até pela lógica do direito igualitário ao trabalho, entre homens e mulheres.  Ora, se o pai e a mãe deveriam estar ocupados, trabalhando e ou resolvendo outras questões, durante a manhã e a tarde, as crianças deveriam estar na escola, aprendendo teorias, mas, também descobrindo como lidar com a terra e com os materiais, cultivando o respeito próprio e alheio, sem macular o propósito de gozo pleno de sua infantilidade, ou seja, também brincando.  Ao meu ver, esse seria o primeiro e mais importante &#8220;front&#8221; contra a desumanidade que produz esses fenomenais e tristes resultados, refletidos nos comentários ora debatidos. A esperança, contudo, também se reflete em seus próprios artigos. Então, podemos ter calma.</p>
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		<title>Por: Jose Mario HRP</title>
		<link>http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/03/18/a-internet-e-a-farra-dos-comentarios-intolerantes/comment-page-1/#comment-45918</link>
		<dc:creator>Jose Mario HRP</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 10:45:14 +0000</pubDate>
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		<description>UAU!
Ainda bem que não estou na lista!
Confesso que &quot;passo&quot; um pouco a s vezes, mas esses aí são tremendos!
Bom dia e bom descanso a todos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>UAU!<br />
Ainda bem que não estou na lista!<br />
Confesso que &#8220;passo&#8221; um pouco a s vezes, mas esses aí são tremendos!<br />
Bom dia e bom descanso a todos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Francisco</title>
		<link>http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/03/18/a-internet-e-a-farra-dos-comentarios-intolerantes/comment-page-1/#comment-45908</link>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 04:39:53 +0000</pubDate>
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		<description>Sua paciência é examplar Sakamoto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sua paciência é examplar Sakamoto.</p>
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		<title>Por: Eduardo Azevêdo</title>
		<link>http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/03/18/a-internet-e-a-farra-dos-comentarios-intolerantes/comment-page-1/#comment-45887</link>
		<dc:creator>Eduardo Azevêdo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 22:29:29 +0000</pubDate>
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		<description>As vezes penso que o melhor mesmo é que todos expressem suas opiniões, ainda que elas pareçam absurdas e intolerantes.

Afinal, a educação e a mudança do pensamento dá-se na confrontação das opiniões.

Certamente que o isolamento de pessoas que se acham mais progressistas e humanitárias que as outras denominadas de intolerantes e reacionárias, não nos levará a lugar algum, ao contrário, alimentará mais radicalismos ainda, dum lado e doutro.

Talvez seja melhor aprender a conviver com críticas e a ouvir também o que não se gosta... caso contrário nos isolaremos uns dos outros, em pequenos grupos radicais que não podem nem ao menos dialogar.

Perdoem-me se estiver errado.

Ah! Sou nordestino, descendente de índios, negros e brancos, e não ligo se falarem mal de mim... que sejam preconceituosas comigo... num sei o quê... num sei o quê... num sei o quê... acho normal que as pessoas tenham o direito de não gostar e falar mal das outras, isso acontece em todas as culturas e todos os povos do mundo.

Quando a pessoa tem preconceito, tem preconceito dentro da cabeça, e ainda que ela fale bem de você na sua frente, lá dentro da cabeça dela você não presta e pronto... então para mim é bem melhor conviver com os preconceituosos declarados.

Não posso obrigar uma pessoa a pensar como penso e a gostar das minhas idéias.

Ademais disto, não existe verdade absoluta em nada que pensamos... o conhecimento científico é relativo, sempre está posto à revisões, e essa é sua grande virtude.

Então, num discurso dum humanista pode haver contradições e intolerâncias inadmissíveis, enquanto num discurso tresloucado dum intolerante pode acontecer de existir alguma lucidez humanista.

Aliás, é bom ouvir opiniões contrárias... as opiniões contrárias servem para que sempre façamos a conferência das nossas idéias e ideais. Já imaginou que alguém que não pensa como você tem uma idéia brilhante que vai te ajudar? Existe a possibilidade!

Contudo, graça e paz a todos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As vezes penso que o melhor mesmo é que todos expressem suas opiniões, ainda que elas pareçam absurdas e intolerantes.</p>
<p>Afinal, a educação e a mudança do pensamento dá-se na confrontação das opiniões.</p>
<p>Certamente que o isolamento de pessoas que se acham mais progressistas e humanitárias que as outras denominadas de intolerantes e reacionárias, não nos levará a lugar algum, ao contrário, alimentará mais radicalismos ainda, dum lado e doutro.</p>
<p>Talvez seja melhor aprender a conviver com críticas e a ouvir também o que não se gosta&#8230; caso contrário nos isolaremos uns dos outros, em pequenos grupos radicais que não podem nem ao menos dialogar.</p>
<p>Perdoem-me se estiver errado.</p>
<p>Ah! Sou nordestino, descendente de índios, negros e brancos, e não ligo se falarem mal de mim&#8230; que sejam preconceituosas comigo&#8230; num sei o quê&#8230; num sei o quê&#8230; num sei o quê&#8230; acho normal que as pessoas tenham o direito de não gostar e falar mal das outras, isso acontece em todas as culturas e todos os povos do mundo.</p>
<p>Quando a pessoa tem preconceito, tem preconceito dentro da cabeça, e ainda que ela fale bem de você na sua frente, lá dentro da cabeça dela você não presta e pronto&#8230; então para mim é bem melhor conviver com os preconceituosos declarados.</p>
<p>Não posso obrigar uma pessoa a pensar como penso e a gostar das minhas idéias.</p>
<p>Ademais disto, não existe verdade absoluta em nada que pensamos&#8230; o conhecimento científico é relativo, sempre está posto à revisões, e essa é sua grande virtude.</p>
<p>Então, num discurso dum humanista pode haver contradições e intolerâncias inadmissíveis, enquanto num discurso tresloucado dum intolerante pode acontecer de existir alguma lucidez humanista.</p>
<p>Aliás, é bom ouvir opiniões contrárias&#8230; as opiniões contrárias servem para que sempre façamos a conferência das nossas idéias e ideais. Já imaginou que alguém que não pensa como você tem uma idéia brilhante que vai te ajudar? Existe a possibilidade!</p>
<p>Contudo, graça e paz a todos!</p>
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		<title>Por: Sara</title>
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		<dc:creator>Sara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 22:09:14 +0000</pubDate>
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		<description>Será que a maioria é troll gente?

pode ser tbm. Apesar de não duvidar que existam pessoas que pensam isso mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que a maioria é troll gente?</p>
<p>pode ser tbm. Apesar de não duvidar que existam pessoas que pensam isso mesmo.</p>
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		<title>Por: Mário</title>
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		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 22:08:01 +0000</pubDate>
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		<description>que textinho...</description>
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		<title>Por: Mário</title>
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		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 22:06:42 +0000</pubDate>
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		<description>Ora, Marcos, que pena você não ter tempo ou não saber o suficiente para desenvolver um pouco mais sua brilhante descoberta.
Fiquei salivando de ansiedade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, Marcos, que pena você não ter tempo ou não saber o suficiente para desenvolver um pouco mais sua brilhante descoberta.<br />
Fiquei salivando de ansiedade.</p>
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		<title>Por: Mário</title>
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		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 22:02:52 +0000</pubDate>
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		<description>Volte sempre, Xodarap. Quem sabe você não acaba encontrando por aqui o papel sanitário ideal para limpar sua boca.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Volte sempre, Xodarap. Quem sabe você não acaba encontrando por aqui o papel sanitário ideal para limpar sua boca.</p>
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